

O RESGATE
Pois bem o prometido esta comprido, domingo foi dar um passeio pela zona onde vivo, que deixem me que vos conte é maravilhosa, muito verde, monte, campos verdinhos, utilizados, não fazem parte daqueles que estão ali a criar silvas. (lolol)
Prosseguindo, lá fui eu muito bem acompanhado por uma amiga que não via a já algum tempo, fomos então dar um passeio e inclusive mostrei-lhe as mais recentes descobertas dos arqueólogos na Maia
que são “MAMOAS”, que mais tarde noutro (post) irei também mostrar e falar um pouco.
Novamente prosseguindo, (lololol) continua-mos o caminho a conversar e decidimos subir um monte pequeno e descansar um pouco aproveitar este sol que tão bem esta a saber, (lolololol) foi então que depois do descanso iríamos descer o montezinho para ir embora, eu reparei numa pocinha com milhares de girinos condenados praticamente a morte pois já muitos tinham morrido e os seus irmãos iam pelo mesmo caminho pois a pocinha estava praticamente seca, já sendo tarde e quase noite, resolvi voltar no dia seguinte e tentar salvar os que conseguisse, pois assim foi, voltei lá, recolhi muitos mas muitos mesmo acreditem, mas como já seria de prever impossível salvar todos, fiz o que podia, alem de ter levado alguma agua comigo para encher mais a pocinha dos que lá ficaram, AH e sem esquecer durante as minhas recolhas encontrei o pai deles muito bem camuflado no meio de algumas ervas, o q
ue foi deveras apreciável ver ali o macho a tomar conta das suas crias, UM PAI DEDICADO (LOLOLOLOL), depois da recolha desloquei-me ate um lago também nas redondezas a onde eu sei que se encontrão outros girinos e rãs, e procedi a libertação deles, e a uma oportunidade maior de sobreviverem, agora um dia mais tarde (dois meses) (loloolol), espero passar por lá e ver muitas, muitas, muitas rãs pequeninas. (lololollolol).
Que por e simplesmente vão dar um salto e desaparecer da minha vista. (Lolololol).
E eu pensar já te tive na palma da minha mão. (lololollolololol).
O importante é que quando podemos fazer alguma coisa devemos fazer não apenas destruir o habitat dos outros e provocar o aquecimento global para depois as casas deles, não tão resistentes quanto as nossas se limitem a deixar de existir, temos uma escolha e devemos reflectir e pensar sobre ela, e quem sabe o amanha será diferente para todos não apenas o chamado SER HUMANO, mas sim todos os SERES VIVOS, pois não vivemos sozinhos, no de todos, Planeta Terra.
Depois quando forem maiores eu faço outro( post) com novas fotos
Ricardo Mendes